lunes, 4 de septiembre de 2017

O TRATAMENTO DO ERRO

Bom dia pessoal,

Visto que vocês já estão fazendo suas práticas de aula, um tema importante que o professor deve atender é "o tratamento do erro".  Compartilho com vocês um artigo muito esclarecedor sobre o tema.

Depois de ler o artigo "A correção de erros: inimiga ou aliada"
muito agradeceria sua contribuição no blog.

Envio o artigo ao seu correio eletrônico e aqui compartilho algumas fotografias de uma sessão sobre o tratamento do erro a partir dos dados retirados de uma observação de aula de 3° nível (grupo 304).







6 comentarios:

  1. Vejo que não tinha percebido a minha própria pratica de correção do erro. Penso que cada vez que tenha a oportunidade de estar frente ao grupo, com cada estudante posso levar em conta a minha prática ou estilo de correção. O exercício que levo com estudantes particulares é que eles mesmos percebam ou reconheçam na onde está uma falha, um erro ou alguma interferência do espanhol para o português. Aos poucos podemos acompanhar ao estudante no caminho do tratamento do erro dentro da sua imersão na língua.

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  3. Considero que desde que eu estudava eu tinha uma crença sobre a correç~åo do erro, mas agora como professora já percebi que cada um arranja certa metodologia, mas é preciso tentar adaptar-se às estratégias dos alunos e professores, e argumentar sobre a coerência da correç~åo enquanto o estilo de aprendizagem.
    A intervenção pode ser direta ou indiretamente, em plenária ou individual vai depender do estilo do professor e do grupo, também é uma questão de confiança, disposição e percepç~åo.

    Agora com os antecedentes de pesquisa, a observação e análise de resultados sobre erros nas aulas, constroem uma cultura de formação no professor.

    Ainda bem, a coleta de dados ajuda a análise dos erros, é importante conhecer o contexto e a motivação do aluno para conseguir uma forma de conscientizar o aluno sobre seus erros e fomentar a auto- correção. Uma metodologia de diálogo entre aluno- professor. Temos que esclarecer os objetivos e deficiências da correção dependendo do contexto, neste caso português- espanhol.

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  4. De acordo com o texto , com as minhas experiências e com o tema que eu escrevi no drive , acho muito importante esta etapa do aluno sobre a autocorreção. O ensino da L2 vem mudando (se transformando) a cada dia que passa, novas maneiras de ensino-aprendizagem estão surgindo e uma delas é a autocorreção tanto escrita como oral. O artigo menciona mais sobre a gramática, visto que o processo da escrita é um tema complexo e a gramática portuguesa não é nada fácil ou seja é um desafio.
    No ensino “tradicional” o professor perdia muito tempo corrigindo as tarefas, os textos e até mesmo as provas , hoje os alunos são conscientizados sobre a autocorreção. Uma das maneiras que eu trabalho com a competência linguística (gramática, coesão, coerência, entre outros...) nos textos escritos é que eu somente identifico as falhas, circulo com um canetão da cor verde (verde é uma cor mais amigável de acordo com o uso do quadro e a função de cada cor) e os próprios alunos identificam essa falha e fazem a correção . Se o aluno não identificar o problema eu o ajudo com a resposta correta e com a explicação.
    Muitas vezes o aluno sabe um certo ponto gramatical e por distração acaba não percebendo , muitas vezes quando eu devolvo o exercício circulado ele já sabe onde está a falha . Um outro fator que ajuda muito é a análise contrastiva , muitos vezes faço essa comparação quando a estrutura dos dois idiomas são iguais ou possui características parecidas ,mas às vezes temos que mostrar bem a peculiaridade da L2, como por exemplo o futuro imediato (tem a “mesma estrutura” verbo ir no presente e o verbo da ação furura no infinitivo ), porém não leva a proposição a.
    Outra coisa que é mencionado no texto é o modo de correção, acho que hoje a estrutura da correção mudou , me lembro que quando eu estudava no Brasil as correções eram feitas de caneta vermelha e hoje já não vejo tanto isso, claro que alguns professores ainda usam este método, mas pesquisas dizem que corrigir de caneta vermelha agride o aluno , por isso é importante não expor o aluno na hora da correção e autocorreção.

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  5. Como quase tudo na vida, o caminho do meio ou o ponto de equilíbrio cabe perfeitamente nas correções em sala de aula. Observo que alguns professores pecam por corrigir pouco ou não corrigir seus alunos no ato da produção oral, enquanto outros pecam por corrigir excessiva e bruscamente, deixando o aluno constrangido em sua exposição.

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